Tarte Tatin de Pêssego Caramelizado







Este "estrangeirismo" que tem estado patente em algumas das receitas que vos tenho mostrado deve-se em grande parte ao Food Network.
Sempre que posso assisto a alguns programas e as receitas são tão acessíveis que dá vontade de experimentar tudo :)
Foi o caso desta receita, depois de ver a facilidade e o óptimo aspecto que tinha fiquei com desejos!
Mas tinha um problema: não tinha pêssegos!
Parecia impossível!
Nas semanas anteriores tive tantos pêssegos que fiz várias versões de doces caseiros para os aproveitar, e agora, logo agora que eu precisava de pêssegos não tinha nem um!
Lembrei-me então dos pêssegos em calda que tinha congelados!
Ficaram perfeitos para esta tarte, é uma receita bem simples e que fica muito apetitosa.

Ingredientes:
| Pêssegos [usei pêssegos em calda caseira]
| Mel [2 colheres de sopa]
| Anis [1 colher de sobremesa]
| Canela [1 colher de sobremesa]
| Margarina líquida [2 colheres de sopa]

| Massa Folhada Fresca

Preparação:
Como referi acima, utilizei os pêssegos em calda congelados que tinha feito à algumas semanas atrás.
Descongelei-os no microondas e escorri-lhes a calda.
Utilizando pêssegos frescos bastará descascar e retirar o caroço.
Colocam-se os pêssegos numa frigideira sem cabos ou outras peças plásticas, de modo a que possa ir depois ao forno. Convém que seja uma frigideira toda de metal.
Adiciona-se o mel e as especiarias doces escolhidas, optei por anis e canela.



Deixa-se levantar fervura, sempre em lume alto.
Junta-se então a margarina líquida.



Levanta fervura novamente e deixa-se cozinhar até fazer "ponto de estrada", que consiste em, ao passar uma colher, se conseguir ver o fundo da frigideira, abrindo uma estrada, como mostra a foto:



Apaga-se o lume e deixa-se repousar um minuto.
Desenrola-se a massa folhada fresca e dobram-se as pontas até ficar com o diâmetro da frigideira,
Coloca-se por cima dos pêssegos e fazem-se uns furos com um garfo para que o vapor possa sair.





Leva-se a forno pré-aquecido a 200º até a massa folhada dourar e folhar.



Retira-se e, se achar necessário, transfere-se para uma forma de aro amovível e leva-se novamente ao forno para dourar mais os pêssegos.

Deve ter-se muito cuidado ao virar a tarte pois o caramelo que se forma pode escorrer e queimar.
Passei cuidadosamente com uma faca pelas laterais da frigideira para despegar a tarte e depois voltei ao contrário para dentro da tarteira de aro amovível.

Levei apenas durante cinco minutos ao forno.





Servi ainda morna, e é uma tentação.
Mas no dia seguinte comemos fria [mantive no frigorífico] e estava igualmente deliciosa.









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